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Mutirao do feijao_ Muro de Protecao Gamboa de Baixo/ por Anne Solimar

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Hoje a partir das 9h, 27 de abril de 2013, junto a outras mãos, “plantaremos” no Muro do Gamboa de Baixo; território a ser compartilhado e representado também com bons frutos.

Em um movimento festivo, servido de alimento tradicional inplantaremos uma nova proteção.

Está confirmado! Espada de Ogum, Espada de Oxóssi e Espada de Iansã ali estarão, abrindo em algum tempo as portas para ondas renovadas, acobertada com o manto do mar de um som continuo, que banha com força o forte, as casas e os habitantes desse lugar.

Que Oxalá abençõe nossas sextas para que das armas não saiam fogo e assim aos sábados possam as mães cuidarem dos seus.

Deixemos as espadas e armas para os santos, com tantas coisas vindas daqui e dali.

Dexemos o fogo para o dia que desde o amanhecer ilumina as particulas que caem  para formar na terra um corpo d’água.

Deixemos os corpos verdes subirem, para subirmos com eles, comer seus frutos, esquecer e encontrarmo-nus em algum lugar do alto um galho confortável ou quem sabe um ninho.

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Manual de sobrevivencia de um artista em cima do muro / Barbara Machado




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Gustavo Ferro

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Casa do Forte nº 0 / Por Anne Solimar

 

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Era uma casa linda e engraçada,

Não tinha teto, não tinha nada,

Todos podiam entrar nela ou não,

Porque na casa quebrou-se o chão,

Todos podiam dormir na rede,

porque o fundo é de parede,

Alguns podiam fazer xixi,

porque penico virou ali

Mas era feita com muito esmero

Na rua do Forte, no marco 0.

 

 

Local de base para o trabalho com as plantas, terra a vista, para as mudas.

 

 

 

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As primeiras sementes nos Muros / Por (Anne Solimar )

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Os grafites realizados no Gamboa de Baixo pelo coletivo Nova 10Ordem no dia 04 de abril, serviu como chave de entrada e recepção de boas vindas para que novas sementes germinem em muros.

Um dia de pintura com essa galera trouxe um outro astral ao Forte do Gamboa, atiçando a curiosidade de pequenos e convidando os moradores a participarem de movimentos que transformem suas relações e o entorno.

Esse coletivo mantém a sede do Museu de Street Arte de Salvador (MUSAS), na comunidade Solar do Unhão, onde intervém no cotidiano local com ações artísticas e trocas no convívio que muito enriquecem suas relações.

Essa primeira ação demarca uma reaproximação artística entre o Solar do Unhão e o Gamboa de Baixo. Seguiremos juntos, para romper as barreiras que separam e fortalecer os laços que mantém. Transformando os muros em estruturas base de manifestação de ideias e ideais.

 

Valeu o apoio, valerão as trocas!

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